segunda-feira, 9 de maio de 2011

Da reconciliação

Apesar da flor de minha idade,
a parte mais madura de meu amor
me atura, buscando um ponto onde se por,
um corpo sem pudor e a preciosidade de uma jade.

Ve(r)de como te quero.
Acomoda-te em mim,
assim ou com esmero,
te espero em meu jardim.

Porém, não encontrarás rosas,
além de calorosas pinturas
em juras de versos ou prosas.

Terás um copo, um corpo e torpor,
uma droga à altura
da reconciliação e da dor.

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